Frases
A Luz da Ásia
Edwin Arnold "Assim é a vontade do Rei: Houve matança para o sacrifício E morte para a carne, mas a partir de agora Ninguém derramará o sangue da vida, nem provará da carne, Visto que o conhecimento cresce, e a vida é uma só. E a misericórdia vem para os misericordiosos." A Luz da Ásia Edwin Arnold (10 de Junho de 1832 – 24 de março de 1904), foi um poeta e jornalista britânico, célebre pelo seu poema The Light of…

“Edwin Arnold "Assim é a vontade do Rei: Houve matança para o sacrifício E morte para a carne, mas a partir de agora Ninguém derramará o sangue da vida, nem provará da carne, Visto que o conhecimento cresce, e a vida é uma só. E a misericórdia vem para os misericordiosos." A Luz da Ásia Edwin Arnold (10 de Junho de 1832 – 24 de março de 1904), foi um poeta e jornalista britânico, célebre pelo seu poema The Light of Asia (A Luz da Ásia), sobre a vida de Sidarta Gautama. A serviço do trono britânico na Índia, recebeu o título de Cavaleiro Comandante da Ordem do Império Indiano. Europa: final do século XIX Sir Edwin Arnold (1832-1904) Gandhi, um rebelde contra o vegetarianismo em seu próprio país, onde era um dever esperado, abraçou a causa impopular em Londres e tornou-se muito ativo no s movimentos vegetarianos. Ele até fundou seu próprio Clube Vegetariano em Bayswater, com o Dr. Josiah Oldfield como presidente, Sir Edwin Arnold, o poeta, como vice-presidente, e ele mesmo como secretário. Do Sacrifício . . . . . . . . Mas o Buda disse suavemente, "Não o deixe bater, grande Rei", e com isso desatou As amarras da vítima, ninguém o impedindo, tão grande Era sua presença. Então, pedindo licença, ele falou Da vida, que todas as criaturas amam e lutam para manter, Maravilhosa, querida e agradável para cada uma, Mesmo para a mais humilde; sim, uma bênção para todos Onde há piedade, pois a piedade torna o mundo Suave para os fracos e nobre para os fortes, Às bocas mudas de seu rebanho ele emprestou Tristes palavras de súplica, mostrando como o homem, que ora Por misericórdia aos deuses, é impiedoso, Sendo como um deus para aqueles; ainda que toda vida Esteja ligada e seja parente, e o que matamos tenha dado Tributo humilde de leite e lã, e colocado Grande confiança nas mãos que os assassinam. Nem, disse ele, alguém lavará seu espírito Com sangue; nem alegrará os deuses, sendo bons, com sangue, Nem os subornará, sendo maus; tampouco colocará Sobre a testa de inocentes animais amarrados O peso de um fio de cabelo daquela resposta que cada um deve dar Por todas as coisas feitas erradamente ou injustamente, Sozinho, cada um por si, ajustando-se àquela Aritmética fixa do universo Que mede o bem com o bem e o mal com o mal. Luz da Ásia - Edwin Arnold Fonte: IVU”