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A Lenda da Pasteurização

Salmonella em manteiga de amendoim? E. Coli no espinafre? Essas são raras exceções, não a regra, e ocorre após produtos alimentícios serem contaminados por fezes humanas ou animais. Eu não testemunhei o que o Popeye ou o Sr. Amendoim tem feito ultimamente, mas eu acredito que eles não lavem suas mãos antes de sair de banheiros públicos. Salmonella e E. Coli no leite de vaca? Essa, por outro lado, é a regra e não a…

Salmonella em manteiga de amendoim? E. Coli no espinafre? Essas são raras exceções, não a regra, e ocorre após produtos alimentícios serem contaminados por fezes humanas ou animais. Eu não testemunhei o que o Popeye ou o Sr. Amendoim tem feito ultimamente, mas eu acredito que eles não lavem suas mãos antes de sair de banheiros públicos.

Salmonella e E. Coli no leite de vaca? Essa, por outro lado, é a regra e não a exceção.

Hoje (2 de Março de 2007), a Food and Drug Administration (FDA) e a Centers for Disease Cont rol (CDC) um comunicado junto a imprensa lembrando os consumidores para evitarem leite cru devido à prsença dessas bactérias fecais, sugerindo que o risco de beber leite cru "pode ser ameaçador à vida."

O cólon humano serve como um lar para ambos, boas e más bactérias. O cólon da vaca também serve como um lar para suas boas e más bactérias.

Pegue a água de sua privada e pasteurize-a. Você matou todos os gérmens que um dia colonizaram seu cólon? As duas simples respostas são: desculpe Charlie, e sem chances José.

Pegue o leite da sua vaca e pasteurize-o. Você matou todos os gérmens que um dia colonizaram o cólon dela? As duas simples respostas são: desculpe Bessia, e sem chances Elsie.

E-coli, listeria, salmonella, staphlococcus, e camphylobacter são algumas das não-amigáveis que você não quer estar comendo após serem evacuadas da região inferior de qualquer mamífero. Acredite em mim nessa.

Bactérias perigosas estão sempre presentes no leite de vaca. As fezes de vacas tem um jeito de pingar na parte de dentro da perna das vacas, acumulando nas regiões das tetas pelos sujos. O que você bebe, não é o que você se arrisca a pensar. Tal é a natureza do produto. Rastros de quantias de bactérias perigosas sempre sobrevivem a pasteurização. Elas se multiplicam rapidamente à temperatura ambiente. Elas se multiplicam devagar refrigeradas abaixo de 40 graus fahrenheit. Elas sempre se multiplicam. Essa é sua natureza.

Um estudo clássico foi executado na Universidade de Wisconsin e apareceu nos assuntos do Jornal de Microbiologia Ambiental de Julho de 1987 (Volume 53). Os autores foram Doyle MP, Glass KA, et. al.

O estudo mostra os resultados: Leite de vacas inoculadas com listeria foram resfriados de 2 à 4 dias e depois aquecidos à 162 graus Fahrenheit por 16 segundos em alta temperatura, máquina de pasteurização de curto-tempo. Aquele processo de tempo e temperatura representa o protocol de pasteurização tradicional para a maioria dos leites vendidos na América.

Bactérias vivas de Listeria foram então isoladas com sucesso do leite após o tratamento de calor em 11 de 12 testes de pasteurização. Os resultados indicam que a Listeria consegue sobreviver à mínima alta-temperatura, tratamento de curto-tempo requerido pela Food and Drug Administration para pasteurização do leite.

Então, a boa notícia é, oito por cento (8%) do leite que você toma não tem patogenias perigosas de listeria. Hora de celebrar? A lenda da pasteurização é um mito e não um fato. Beber leite não é piada, embora com a ajuda dessa coluna, você talvez arranque uma risadinha ou duas do consumidor regular de leite.

Robert Cohen.

Tradução: Marcelo Facin Brisolla (mfbrisolla@yahoo.com.br)

Autoria preservada do acervo

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