Trabalho pioneiro nem sempre é evidente

 

Wervel divulga estas alternativas junto aos agricultores por meio de filmes e fichas de cultivo. Para isso, consulta redes e parceiros. Os principais obstáculos que dificultam essa divulgação são a falta de experiências no cultivo e no uso como alimento das variedades mais recentes, mas também há alguns gargalos jurídicos.

Por exemplo, na diretriz européia 1999/29/EG, referente a substâncias e produtos indesejáveis em ração animal, nós encontramos camelina entre dioxina e arsênico! Espécie perigosa, alguém diria. Entretanto, em nossos países vizinhos o óleo é vendido como óleo comestível e, nos países escandinavos, a semente entra na composição do müsli (uma espécie de granola). Os mais céticos entre nossos leitores ainda podem obter o óleo de camelina na sede de Wervel.

 

Outra boa sugestão é um fim de semana no hotel da colza. Segue o endereço:

Hof ter Vrijlegem

Boven Vrijlegem 41, 1730 Asse-Mollem 02 452 85 45.

<http://www.hoftervrijlegem.be>

“Por 80 euros o quarto, você ainda tem direito a um café-da-manhã com ovo caipira frito no óleo de colza!”

 

Dê uma surfada (virtual) por um mundo sem soja:

Com a palavra, alguns pioneiros, em Flandres:

<http://www.wervel.be/downloads/sojahetkanzonder.mov>.

Alguns pioneiros na Bretanha:

<http://www.wervel.be/downloads/bretagne2006.wmv>.

Experiências de consórcio, na Alemanha:

<http://www.mischanbau.de>.

‘Basta de carne errada’, diz a Holanda:

<http://www.milieudefensie.nl/landbouw/publicaties/rapporten/boeren-met-toekomst-burgerinitiatief-milieudefensie-jma.pdf>.

Sobre o gado de corte alimentado com cânhamo, nos EUA: <http://nutiva.com/about/media/2004_05_13.php>.

 

Bruxelas, 7 de abril de 2007.

 

(1)     Leia acerca das experiências com gramíneas-trevo do sítio De Ploeg, em Herselt, no livro ‘Navios que se cruzam na calada da noite. Soja sobre o oceano.’ Curitiba: Editora Gráfica Popular/Cefuria, 2006.

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