Ser ou não ser vegetariano – Dr. Paulo Eiró Gonsalves

Por: Dr. Paulo Eiró Gonsalves, médico homeopata, autor dos livros “Como eu como?”; “Maus hábitos alimentares”; “Alimentos que curam”; “O livro dos alimentos”, entre outros.
Albert Einstein,Albert Schweitzer,Aléxis Carrel,Annie Besant, Beethoven, Bernard Shaw, Bob Dylan, Buda, Byron, Carl Segan, C.W. Leadbeater, Cerva ntes, Confucio,. Cuvier, Darwin, Descartes, Diógenes, Epicuro, Francis Bacon, Franklin,Gandhi,Gibran Kalil Gibran, Goethe, Ernest Haeckel, H.G. Wells, Isaac B. Singer, Isaac Newton, Jean-Jacques Rousseau, Krishnamurti, Lao Tse, Leibniz, Leonardo da Vinci, Lineu, Maeterlinck, John Milton, Nietzsche, Ovídio, Pascal, Paul Carton, Paul Mc Cartney,Pitágoras, Platão, Plotino, Plutarco, Reclus, Richard Wagner, Santa Tereza de Jesus, Santo Afonso de Liguori, Santo Agostinho, Santo Inacio de Loyola, São Basílico, São Bento, São Bernardo, São Clemente de Alexandria, São Domingos, São Francisco de Assis, São Francisco Xavier, São Gregório, São Jerônimo, São João Crisóstomo, Sêneca, Schopenhauer, Shankaracharya, Shelley, Sócrates, Spencer, Spinoza, Tertuliano,Thomas Edison, Tolstoi, Voltaire, Xenofonte, Zoroastro.

Acabamos de citar uma lista de cientistas, filósofos, médicos, santos, artistas, físicos, pensadores, escritores e outras eminentes figuras da história da humanidade.
Que apresentam em comum todos esses personagens? São todos vegetarianos.
Logo, o vegetarianismo não constitui modismo passageiro, tendente a logo desaparecer. Pelo contrário, verificamos que ao longo da história da humanidade muitos de seus maiores e mais ilustres membros o praticam ou o praticaram.
Os primeiros vegetarianos o eram por razões éticas e filosóficas. Pitágoras escreveu: Enquanto o homem continuar a ser o destruidor impiedoso dos seres animados dos planos inferiores, não conhecerá a saúde nem a paz. Enquanto os homens massacrarem os animais, se matarão entre si. Aquele que semeia a morte e a dor não pode colher a alegria e o amor .
Leonardo da Vinci declarou: Virá o dia em que a matança de um animal será considerada crime tanto quanto o assassinato de um homem .
Afirmou Paul Carton: Se quisermos nos libertar do sofrimento, não devemos viver dele e do assassínio infligido a outros animais.
Entretanto, além dos motivos de ordem ética, numerosos outros levam ao vegetarianismo:
A carne (mesmo aquelas sem gordura aparente) possuem altor teor de gorduras ricas em ácidos graxos saturados, que elevam o mau colesterol de quem as ingere.
É adicionada de conservantes químicos diversos, em particular nitritos e nitratos, reconhecidamente cancerígenos. Ironicamente estes produtos são utilizados para conferir à carne um aspecto mais saudável, avermelhado…
Possui grande quantidade de toxinas( adrenalina, adrenocromo, adrenolutina) liberadas durante o sofrimento e a angústia do abate, bem como a cadaverina, formada após o mesmo.
Apresenta resíduos de pesticidas, usados em forragens ou no combate a carrapatos, bem como de antibióticos e hormônios ministrados aos animais.
Tem possibilidade de transmitir numerosas doenças graves: teníase, cisticercose, tularemia, salmonelose, shigelose, botulismo, síndrome urêmica hemolítica.
Eleva a produção de dejetos azotados geradores de ácido úrico e favorecedores de instalação de moléstias degenerativas, como o reumatismo.
Por não conter fibras alimentares favorece o aparecimento de obstipação intestinal( prisão de ventre), com todas as suas conseqüências.
Que tal meditar sobre tudo isso e nos unirmos à legião dos ilustres personagens citados no início destas notas?

 
   

Fonte: https://omnisciencia.locaweb.com.br/loja/artigos.php?artigo=OQ== 

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