Perguntas e Respostas

Se o ativismo pelos DA perturba as pessoas, destrói propriedades e põe humanos em risco; isso n

89. Se o ativismo pelos DA perturba as pessoas, destrói propriedades  e põe humanos em risco; isso não seria terrorismo? 

A resposta à questão 87 deveria ter deixado claro o bastante que  a maioria do ativismo pelos DA não pode ser descrita como extremista, e além disso, que nem todos os atos descritos como  extremos podem ser considerados como "terrorismo". Por exemplo, uma obstrução pacifica não causaria medo em ninguém. Assim, não  é correto caracterizar o ativismo pelos DA como terrorismo. 

Uma das diretrizes fundamentais dos ativistas extremistas é que  um grande cuidado deve ser tomado para não causar danos físicos  às pessoas. Essa diretriz surgiu da pratica. Nas muito raras  ocasiões em que esses danos ocorreram, os principais grupos de DA condenaram os atos. 

Em alguns casos, os autores ficaram sob a suspeita de serem  agentes infiltrados e aliados contra o movimento dos DA;  e seus  motivos não requerem um raciocínio profundo para serem decifrados. 

O dicionário define "terrorismo" como o uso de violência sistemática  ou atos que causam medo intenso para atingir um objetivo. Certamente,  atrapalhar as pessoas que vestem peles, ou gritar "carne é  assassinato" na porta de um açougue, não poderia ser considerado  terrorismo. 

Mesmo a destruição de propriedade não qualificaria sob essa  definição, se a destruição é feita sem prejudicar ninguém  fisicamente. Certamente, os participantes do protesto do chá em  Boston (contra o domínio britânico antes da independência dos EUA)  não se consideravam terroristas. 

Os verdadeiros terroristas são as pessoas e industrias que causam dor  e sofrimento em milhões de animais inocentes para objetivos triviais  todos os dias. 
DG 

Se eu me arrependo de algo é de ser tão bem-comportado. 
Henry David Thoreau (ensaísta e poeta) 

Agora falo serio … não vou ser ambíguo … não vou dar  desculpas … não vou ceder um único milímetro e vou ser ouvido. 
William Lloyd Garrison (escritor) 

Veja também:  87 – 88, 90 – 91 

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