Por que ficar tentando convencer os outros de abandonar um belo bife acebolado no almoço?

Comer ou não carne é decisão de cada um. O mais importante não é convencer uma pessoa a abandonar o bife, mas informá-la sobre o processo que leva à produção daquele bife, da criação, da matança até a embalagem.

Se ainda assim ela desejar continuar a comê-lo, não há mais o que argumentar (ela tem livre-arbítrio, e fará o que bem entender). O maior problema hoje é a falta de informação.

Levamos crianças para a fazenda, para ver os animais soltos (cada vez mais raros), a produção de leite de forma artesanal (idem), as plantações; visitamos as cozinhas dos restaurantes; mostramos cenas de violência na TV; mas o abate de animais é tão terrível que jamais aparece na TV, e assim, as crianças continuam a admirar o porquinho Babe e comer bacon, e os adultos continuam a achar que o abate é necessário e que a criação não é cruel, pois os animais até se divertem na fazenda. Informar-se é essencial para ter consciência e 
ter consciência é essencial para ter liberdade. O poder da indústria da crueldade é a ignorância da população.

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