Pão integral de mistura

    Não sei o que me choca mais quanto à ética desta questão – a injustiça, a crueldade ou a nojeira da carne. A injustiça é para com os magarefes, a crueldade para com os animais e a nojeira diz respeito aos consumidores. Com relação a este último ponto em particular, me admira muito que pessoas refinadas – sim, até decentes – não se sintam insultadas ao se lhes oferecer, rotineiramente, porções de cadáveres como comida! Tais comidas podem talvez ser toleradas em situações de estado de sítio, ou em tempos de privação de alimentos apropriados, em circunstâncias excepcionais, mas no meio de uma civilização capaz de produzir em abundância alimentos sãos e deliciosos, deveria considerar-se uma afronta colocar-se um defunto diante do hóspede! 

    Anna Kingsford

     


     Ingredientes  

    3 xícaras de farinha de trigo integral fina  
    1 xícara de farinha de trigo comum  
    1 xícara de farinha de milho fina (fubá)  
    1 colher de sopa de fermento biológico seco instantâneo  
    3 colheres de óleo  
    1 punhado econômico de sal marinho  
    pouco menos de 1 litro de água morna  

    Modo de fazer   

    Peneire as farinhas, o sal e o fermento em uma vasilha grande. Unte duas formas de aproximadamente 8 x 20 cm cada e reserve. Faça uma cova no centro da farinha,  acrescente o óleo e vá adicionando, aos poucos, 2/3 de água morna. Misture muito bem, amassando tudo vigorosamente com as duas mãos até que tome a consistência do lóbulo da orelha. Deixe crescer até dobrar de tamanho direto na forma, se quiser assar logo, ou na vasilha, se tiver tempo e quiser ter um pão mais firme. Deste modo terá que amassar novamente e só então colocar nas formas. Deixe cresce por 1 hora e asse em forno baixo até que quando enfiar um palito ele saia seco do pão. 

    Katia Bortoluzzi

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Pão integral de mistura

    Não sei o que me choca mais quanto à ética desta questão – a injustiça, a crueldade ou a nojeira da carne. A injustiça é para com os magarefes, a crueldade para com os animais e a nojeira diz respeito aos consumidores. Com relação a este último ponto em particular, me admira muito que pessoas refinadas – sim, até decentes – não se sintam insultadas ao se lhes oferecer, rotineiramente, porções de cadáveres como comida! Tais comidas podem talvez ser toleradas em situações de estado de sítio, ou em tempos de privação de alimentos apropriados, em circunstâncias excepcionais, mas no meio de uma civilização capaz de produzir em abundância alimentos sãos e deliciosos, deveria considerar-se uma afronta colocar-se um defunto diante do hóspede! 

    Anna Kingsford

     


     Ingredientes  

    3 xícaras de farinha de trigo integral fina  
    1 xícara de farinha de trigo comum  
    1 xícara de farinha de milho fina (fubá)  
    1 colher de sopa de fermento biológico seco instantâneo  
    3 colheres de óleo  
    1 punhado econômico de sal marinho  
    pouco menos de 1 litro de água morna  

    Modo de fazer   

    Peneire as farinhas, o sal e o fermento em uma vasilha grande. Unte duas formas de aproximadamente 8 x 20 cm cada e reserve. Faça uma cova no centro da farinha,  acrescente o óleo e vá adicionando, aos poucos, 2/3 de água morna. Misture muito bem, amassando tudo vigorosamente com as duas mãos até que tome a consistência do lóbulo da orelha. Deixe crescer até dobrar de tamanho direto na forma, se quiser assar logo, ou na vasilha, se tiver tempo e quiser ter um pão mais firme. Deste modo terá que amassar novamente e só então colocar nas formas. Deixe cresce por 1 hora e asse em forno baixo até que quando enfiar um palito ele saia seco do pão. 

    Katia Bortoluzzi

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