Leite – Verdades e Mentiras – Alexandre Feldman

O leite do supermercado é rotulado, por muitos (inclusive a maioria dos médicos e nutricionistas), como um alimento quase perfeito, muito necessário para o desenvolvimento dos ossos e dentes; tudo isso por conta do cálcio na sua composição.

Quem já não ouviu que a criança precisa tomar bastante leite para evitar o raquitismo, enquanto que o adulto e o idoso devem ingerir muito leite para evitar a osteoporose? E que a proteína do leite é boa para o crescimento saudável?

Tomar leite de supermercado não previne osteoporose. Está provado. Em um estudo científico enorme realizado pela universidade de Harvard, nos anos 90, e que recebeu o nome de Harvard Nurses Study, foram estudadas mais de 70 mil mulheres, e a conclusão foi estarrecedora: aquelas que tomavam pelo menos dois copos de leite ao dia, tinham significativamente mais osteoporose que o grupo que tomava um copo por semana.

Como pode ser?

Terá a ciência modificado seu conceito sobre o leite?

Ou terá o leite se modificado?

Pois é… foi o leite que mudou!

Em muitas das minhas palestras, quando começo a falar sobre os malefícios do leite de supermercado, alguém, normalmente mais velho, na platéia, se levanta e pergunta: "- Mas doutor, como é possível? Eu e meus irmãos fomos criados na fazenda, tomando leite puro, quentinho, direto da vaca, e tivemos uma infância e adolescência muito saudável, nos tornamos adultos altos e fortes… Como pode o leite não ser bom?"

E eu respondo: Aquele leite era ótimo!

Existe uma grande, imensa diferença entre o leite tomado puro, recém-saído da vaca (ou da cabra, cavalo etc) e o leite de supermercado..

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várias vezes. Só então ele alcança as gôndolas do mercado. Isso quando ele u003cbr>
não é desnatado. Ou desidratado (em pó). Ou ambos.u003cbr>
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Como veremos, a indústria do leite está interessada apenas nos cifrões, Na u003cbr>
quantidade. Não na saúde. Para eles, todo esse processamento do leite é u003cbr>
sinônimo de qualidade. Mas infelizmente, esse leite não possui mais nenhum u003cbr>
parentesco com o leite cru, in natura.u003cbr>
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Ambos são brancos. Mas a semelhança para por aí.u003cbr>
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Em termos bioquímicos, enzimáticos e nutricionais, eles sãou003cbr>
completamente diferentes.u003cbr>
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A importância das enzimas presentes nos alimentos está começando a ser u003cbr>
estudada só agora, pela ciência de ponta. A pasteurização do leite destrói u003cbr>
as suas enzimas. Uma delas, a fostatase, é essencial para a absorção do u003cbr>
cálcio. Agora, me responda: de que adianta o leite conter cálcio, se a sua u003cbr>
absorção está prejudicada? Na prática, tudo se passa como se esse leite u003cbr>
fosse pobre em cálcio! Você já reparou que a osteoporose está atacando u003cbr>
pessoas cada vez mais jovens?u003cbr>
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Outra enzima presente no leite, a lipase, é útil para a absorção dosu003cbr>
ácidos graxos (gorduras). Porém, é destruída pela pasteurização..u003cbr>
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A enzima galactase, importante para a digestão do açúcar do leite (que u003cbr>
recebe o nome de galactose), é perdida. A catalase, peroxidase, diastase… u003cbr>
todas as enzimas que facilitam e propiciam a utilização dos nutrientes u003cbr>
desaparecem. Os próprios nutrientes do leite se alteram ou são destruídos u003cbr>
com a pasteurização e o processamento industrial.u003cbr>
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Por exemplo: Você, que sempre acreditou nos benefícios do leite, rico em u003cbr>
cálcio, aos dentes, precisa levar em conta que a destruição e alteração de u003cbr>
outros de seus nutrientes, pelo processamento industrial, acaba causando um u003cbr>
efeito radicalmente inesperado. O Dr. Ralph Steinman, professor emérito da u003cbr>
faculdade de odontologia da Universidade Loma Linda na Califórnia, realizou u003cbr>
um estudo científico em ratos, dividindo-os em 3 grupos: o primeiro, “,1] ); //–> O leite de supermercado é pasteurizado. Homogeneizado. Centrifugado. Clarificado. Filtrado. Bactofugado. Tratado a vácuo. Aquecido e reaquecido várias vezes. Só então ele alcança as gôndolas do mercado. Isso quando ele não é desnatado. Ou desidratado (em pó). Ou ambos.

Como veremos, a indústria do leite está interessada apenas nos cifrões, Na quantidade. Não na saúde. Para eles, todo esse processamento do leite é sinônimo de qualidade. Mas infelizmente, esse leite não possui mais nenhum parentesco com o leite cru, in natura.

Ambos são brancos. Mas a semelhança para por aí.

Em termos bioquímicos, enzimáticos e nutricionais, eles são completamente diferentes.

A importância das enzimas presentes nos alimentos está começando a ser estudada só agora, pela ciência de ponta. A pasteurização do leite destrói as suas enzimas. Uma delas, a fostatase, é essencial para a absorção do cálcio. Agora, me responda: de que adianta o leite conter cálcio, se a sua absorção está prejudicada? Na prática, tudo se passa como se esse leite fosse pobre em cálcio! Você já reparou que a osteoporose está atacando
pessoas cada vez mais jovens?

Outra enzima presente no leite, a lipase, é útil para a absorção do ácidos graxos (gorduras). Porém, é destruída pela pasteurização..

A enzima galactase, importante para a digestão do açúcar do leite (que recebe o nome de galactose), é perdida. A catalase, peroxidase, diastase… todas as enzimas que facilitam e propiciam a utilização dos nutrientes desaparecem. Os próprios nutrientes do leite se alteram ou são destruídos com a pasteurização e o processamento industrial.

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alimentado com ração normal, teve menos de uma cárie,u003cbr>
em média, ao longo da vida. O segundo grupo recebeu uma alimentação recebeu u003cbr>
uma dieta repleta de açúcar, e apresentou uma média de 5,6 cáries por rato, u003cbr>
ao longo da vida.u003cbr>
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Mas o terceiro grupo foi alimentado com leite pasteurizado eu003cbr>
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processo de formação de cáries é idêntico em ratos e seres humanos.u003cbr>
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Se o leite industrializado faz isso com os dentes, imagine então osu003cbr>
ossos! Agora, imagine as crianças, que além de leite industrializado,u003cbr>
consomem avidamente chocolate, brigadeiro, leite condensado, bolacha, batata u003cbr>
frita, macarrão e outras fontes de açúcar!!! O pior é que esse péssimo u003cbr>
hábito é reforçado pelos pais, pela escola, pelos buffets infantis, pelos u003cbr>
avós, enfim, por todo mundo!u003cbr>
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A saúde dos dentes reflete a saúde do organismo como um todo. Dentes ruins u003cbr>
são sinal de saúde ruim. Hoje em dia, os cardiologistas já comprovaram que a u003cbr>
aterosclerose e as cáries andam de mãos dadas. Ambos os processos fazem u003cbr>
parte de um mesmo estado degenerativo. A única diferença é que as cáries u003cbr>
aparecem primeiro.u003cbr>
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Você percebe? Não basta apenas o cálcio. O leite cru possui uma série de u003cbr>
nutrientes, alguns dos quais ainda não foram nem sequer isolados e u003cbr>
identificados pela ciência, mas cujos efeitos podem, sim, ser observados u003cbr>
após a perda ou alteração desses nutrientes pelo processamento industrial.u003cbr>
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O leite contém um açúcar chamado lactose. Por sinal, em grandesu003cbr>
quantidades. Se o leite for cru, essa lactose não possui o efeito destrutivo u003cbr>
do açúcar comum (sacarose), pois é absorvido bem mais lentamente e, assim, u003cbr>
não sobrecarrega o pâncreas na produção de quantidades excessivas de u003cbr>
insulina. Por outro lado, se o leite for pasteurizado, a coisa muda: o u003cbr>
aquecimento a altas temperaturas transforma a lactose em beta-lactose, que é u003cbr>
um açúcar muito mais rapidamente absorvido pelo organismo, resultando em “,1] ); //–> Por exemplo: Você, que sempre acreditou nos benefícios do leite, rico em cálcio, aos dentes, precisa levar em conta que a destruição e alteração de outros de seus nutrientes, pelo processamento industrial, acaba causando um efeito radicalmente inesperado. O Dr. Ralph Steinman, professor emérito da faculdade de odontologia da Universidade Loma Linda na Califórnia, realizou um estudo científico em ratos, dividindo-os em 3 grupos: o primeiro, alimentado com ração normal, teve menos de uma cárie, em média, ao longo da vida. O segundo grupo recebeu uma alimentação recebeu uma dieta repleta de açúcar, e apresentou uma média de 5,6 cáries por rato, ao longo da vida.

Mas o terceiro grupo foi alimentado com leite pasteurizado e homogeneizado, e apresentou 9,4 cáries por rato, em média. A propósito, o processo de formação de cáries é idêntico em ratos e seres humanos.

Se o leite industrializado faz isso com os dentes, imagine então os ossos! Agora, imagine as crianças, que além de leite industrializado, consomem avidamente chocolate, brigadeiro, leite condensado, bolacha, batata frita, macarrão e outras fontes de açúcar!!! O pior é que esse péssimo hábito é reforçado pelos pais, pela escola, pelos buffets infantis, pelos
avós, enfim, por todo mundo!

A saúde dos dentes reflete a saúde do organismo como um todo. Dentes ruins são sinal de saúde ruim. Hoje em dia, os cardiologistas já comprovaram que a aterosclerose e as cáries andam de mãos dadas. Ambos os processos fazem parte de um mesmo estado degenerativo. A única diferença é que as cáries aparecem primeiro.

Você percebe? Não basta apenas o cálcio. O leite cru possui uma série de nutrientes, alguns dos quais ainda não foram nem sequer isolados e identificados pela ciência, mas cujos efeitos podem, sim, ser observados após a perda ou alteração desses nutrientes pelo processamento industrial.

O leite contém um açúcar chamado lactose. Por sinal, em grande quantidades. Se o leite for cru, essa lactose não possui o efeito destrutivo do açúcar comum (sacarose), pois é absorvido bem mais lentamente e, assim, não sobrecarrega o pâncreas na produção de quantidades excessivas de insulina. Por outro lado, se o leite for pasteurizado, a coisa muda: o aquecimento a altas temperaturas transforma a lactose em beta-lactose, que é
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picos excessivos de insulina e sobrecarga do pâncreas. Quandou003cbr>
essa insulina acaba de cumprir o papel de livrar o sangue do excesso de u003cbr>
açúcar, ela permanece na circulação por mais um tempo, desta vez retirando u003cbr>
açúcar necessário ao bom funcionamento do cérebro e do organismo.u003cbr>
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O organismo reage imediatamente a essa baixa anormal de açúcar,u003cbr>
provocando uma sensação de fome. Fome por alguma coisa que reponha u003cbr>
rapidamente esse açúcar, como por exemplo, um doce, ou quem sabe, mais u003cbr>
leite. A coisa vira um ciclo, uma espiral, uma bola de neve. Um dos u003cbr>
resultados é a obesidade, que por sinal, está se tornando uma epidemia. u003cbr>
Outro resultado é a enxaqueca, depressão, ansiedade, crises de pânico e u003cbr>
desequilíbrio hormonal (e suas conseqüências).u003cbr>
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O processo de homogeneização do leite consiste em filtrá-lo sob alta u003cbr>
pressão, de modo a reduzir ao máximo o tamanho dos glóbulos de gordura que u003cbr>
ele contém, de modo que o leite não separe, ou seja, não forme nata. Fique u003cbr>
sempre homogêneo. Esses glóbulos de gordura possuem uma membrana externa, u003cbr>
microscópica, constituída por uma certa proporção de proteínas e gorduras. u003cbr>
Com a homogeneização, ocorre um aumento brutal na área de superfície desses u003cbr>
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membranas desses glóbulos e sua substituição por uma proporção bem maior de u003cbr>
proteínas que no leite cru. Este fator pode ser um dos responsáveis pela u003cbr>
tendência do leite industrializado a provocar alergias.u003cbr>
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As proteínas do leite, como a caseína, lactoalbumina e lactoglobulina, são u003cbr>
estruturas químicas complexas que, quando aquecidas além de 46 graus, u003cbr>
começam a sofrer um processo chamado desnaturação. Esse nome é ótimo, porque u003cbr>
diz tudo. Com a pasteurização, Elas perdem (des) o seu estado natural u003cbr>
(naturação) e se tornam substâncias estranhas ao organismo deu003cbr>
quem as ingere. Quando entramos em contato com elas, nosso sistema u003cbr>
imunológico as reconhece – em maior ou menor grau – como se fossem corpos “,1] ); //–> um açúcar muito mais rapidamente absorvido pelo organismo, resultando em picos excessivos de insulina e sobrecarga do pâncreas. Quando essa insulina acaba de cumprir o papel de livrar o sangue do excesso de açúcar, ela permanece na circulação por mais um tempo, desta vez retirando açúcar necessário ao bom funcionamento do cérebro e do organismo.

O organismo reage imediatamente a essa baixa anormal de açúcar, provocando uma sensação de fome. Fome por alguma coisa que reponha rapidamente esse açúcar, como por exemplo, um doce, ou quem sabe, mais leite. A coisa vira um ciclo, uma espiral, uma bola de neve. Um dos resultados é a obesidade, que por sinal, está se tornando uma epidemia. Outro resultado é a enxaqueca, depressão, ansiedade, crises de pânico e
desequilíbrio hormonal (e suas conseqüências).

O processo de homogeneização do leite consiste em filtrá-lo sob alta pressão, de modo a reduzir ao máximo o tamanho dos glóbulos de gordura que ele contém, de modo que o leite não separe, ou seja, não forme nata. Fique sempre homogêneo. Esses glóbulos de gordura possuem uma membrana externa, microscópica, constituída por uma certa proporção de proteínas e gorduras.

Com a homogeneização, ocorre um aumento brutal na área de superfície desses
glóbulos de gordura, a perda da estrutura original das membranas desses glóbulos e sua substituição por uma proporção bem maior de proteínas que no leite cru. Este fator pode ser um dos responsáveis pela tendência do leite industrializado a provocar alergias.

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estranhos! Quando é em maior grau, o indivíduo tem sorte, pois já sabe que, u003cbr>
se tomar o leite do supermercado, sofrerá uma série de reações intensas u003cbr>
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como no caso da maioria das pessoas, as reações não são visíveis, nem u003cbr>
óbvias, mas acontecem.u003cbr>
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Um sistema imunológico voltado, ainda que em baixo grau, para uma reação u003cbr>
inútil contra estruturas do leite de supermercado, está passando por uma u003cbr>
sobrecarga desnecessária. E constante, naqueles indivíduos que fazem uso u003cbr>
quotidiano desse leite. O sistema imunológico é quem comanda a regeneração e u003cbr>
cura das doenças. Um sistema imunológico sobrecarregado não combina com u003cbr>
nenhum tipo de melhora!u003cbr>
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Crianças e adultos, no meu consultório, com gripes e resfriados,u003cbr>
infecções de ouvido freqüentes, dores de cabeça, enxaquecas… param o leite u003cbr>
de supermercado, e em 3 meses, nunca mais querem ver esse leite pela frente, u003cbr>
pois sentem-se melhor! Tente você também.u003cbr>
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E tem mais: essa reação do sistema imunológico, por menor que seja, é uma u003cbr>
reação denominada inflamatória. Acompanhe o raciocínio: Qualquer dor, u003cbr>
inclusive a dor de cabeça, compreende, entre outras coisas, no seu u003cbr>
mecanismo, uma inflamação. Se você, além de sofrer de dores de cabeça, u003cbr>
consome, sistematicamente, algum ingrediente que pode causar uma resposta u003cbr>
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O leite de supermercado pode predispor a doenças auto-imunes, pois os u003cbr>
anticorpos voltados contra as estruturas do leite podem, "sem querer", u003cbr>
reconhecer estruturas do nosso próprio corpo (articulações, pâncreas e u003cbr>
outros órgãos e tecidos) como se fossem as estruturas do leite. Nessa hora, u003cbr>
você começa a ser atacado pelos seus próprios anticorpos. São as assim u003cbr>
chamadas doenças auto-imunes.u003cbr>
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Bebês que, nos primeiros 6 meses, se alimentam com leite pasteurizado em “,1] ); //–> As proteínas do leite, como a caseína, lactoalbumina e lactoglobulina, são estruturas químicas complexas que, quando aquecidas além de 46 graus, começam a sofrer um processo chamado desnaturação. Esse nome é ótimo, porque diz tudo. Com a pasteurização, Elas perdem (des) o seu estado natural (naturação) e se tornam substâncias estranhas ao organismo de quem as ingere. Quando entramos em contato com elas, nosso sistema imunológico as reconhece – em maior ou menor grau – como se fossem corpos estranhos! Quando é em maior grau, o indivíduo tem sorte, pois já sabe que,
se tomar o leite do supermercado, sofrerá uma série de reações intensas (digestivas e outras). Quando esse reconhecimento é em menor grau, como no caso da maioria das pessoas, as reações não são visíveis, nem óbvias, mas acontecem.

Um sistema imunológico voltado, ainda que em baixo grau, para uma reação inútil contra estruturas do leite de supermercado, está passando por uma sobrecarga desnecessária. E constante, naqueles indivíduos que fazem uso quotidiano desse leite. O sistema imunológico é quem comanda a regeneração e cura das doenças. Um sistema imunológico sobrecarregado não combina com nenhum tipo de melhora!

Crianças e adultos, no meu consultório, com gripes e resfriados, infecções de ouvido freqüentes, dores de cabeça, enxaquecas… param o leite de supermercado, e em 3 meses, nunca mais querem ver esse leite pela frente, pois sentem-se melhor! Tente você também.

E tem mais: essa reação do sistema imunológico, por menor que seja, é uma reação denominada inflamatória. Acompanhe o raciocínio: Qualquer dor, inclusive a dor de cabeça, compreende, entre outras coisas, no seu mecanismo, uma inflamação. Se você, além de sofrer de dores de cabeça, consome, sistematicamente, algum ingrediente que pode causar uma resposta inflamatória do corpo, estará criando um estado pró-inflamatório no seu
organismo. Fica muito mais fácil ter dor!

O leite de supermercado pode predispor a doenças auto-imunes, pois os anticorpos voltados contra as estruturas do leite podem, "sem querer", reconhecer estruturas do nosso próprio corpo (articulações, pâncreas e outros órgãos e tecidos) como se fossem as estruturas do leite. Nessa hora, você começa a ser atacado pelos seus próprios anticorpos. São as assim chamadas doenças auto-imunes.

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detrimento do materno, têm maior incidência de infecções respiratórias, u003cbr>
diarréia, pneumonia, infecções de ouvidos, e outras doenças bacterianas e u003cbr>
virais. Há até cientistas correlacionando a ingestão de leite pasteurizado u003cbr>
no primeiro semestre de vida, com o aparecimento maior de doenças do sistema u003cbr>
imune, por exemplo, diabetes, colite ulcerativa, doençau003cbr>
celíaca e outras, em comparação aos não-consumidores de leite de vaca.u003cbr>
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Por que, então, consumimos leite pasteurizado? A resposta é simples: u003cbr>
Propaganda, propaganda e propaganda.u003cbr>
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A última moda, agora, é o leite ultrapasteurizado. Dê uma olhada em muitas u003cbr>
caixinhas de leite de supermercado, e você poderá ver as letras UHT u003cbr>
impressas no rótulo. UHT nada mais é que a abreviatura de Ultra u003cbr>
HighTemperature – temperatura ultra alta. Pelo que você já leu até aqui, já u003cbr>
dá para entender que isso não é uma coisa nada boa.u003cbr>
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Pesquisadores da Universidade de Washington, em 1960, ficaramu003cbr>
interessados em resultados de estudos mostrando uma incidência maior de u003cbr>
infarto em portadores de úlcera do estômago, e levantaram a suspeita de que u003cbr>
o leite pasteurizado, utilizado na época pelos pacientes para aliviar seus u003cbr>
sintomas de queimação, pudesse estar exercendo um papel nesse processo. u003cbr>
Fizeram, então, um estudo estatístico ligando o consumo do leite à u003cbr>
incidência de infarto, e que foi publicado na revista Circulation, volumeu003cbr>
21, página 438. O estudo comparou a incidência de ataques cardíacos em u003cbr>
consumidores quotidianos de leite pasteurizado versus não consumidores.u003cbr>
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O resultado? Três vezes mais consumidores de leite tiveram ataques u003cbr>
cardíacos, nos Estados Unidos. Na Inglaterra, seis vezes mais.u003cbr>
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Quem levou a culpa? A gordura do leite. E assim, desnataram o leite. O mundo u003cbr>
inteiro passou a consumir leite desnatado e alimentos com baixos teores de u003cbr>
gordura. Será que essa atitude levou a uma diminuição das doenças u003cbr>
coronarianas? As estatísticas dizem que não.”,1] ); //–> Bebês que, nos primeiros 6 meses, se alimentam com leite pasteurizado em detrimento do materno, têm maior incidência de infecções respiratórias, diarréia, pneumonia, infecções de ouvidos, e outras doenças bacterianas e virais. Há até cientistas correlacionando a ingestão de leite pasteurizado no primeiro semestre de vida, com o aparecimento maior de doenças do sistema imune, por exemplo, diabetes, colite ulcerativa, doença  celíaca e outras, em comparação aos não-consumidores de leite de vaca.

Por que, então, consumimos leite pasteurizado? A resposta é simples: Propaganda, propaganda e propaganda.

A última moda, agora, é o leite ultrapasteurizado. Dê uma olhada em muitas caixinhas de leite de supermercado, e você poderá ver as letras UHT impressas no rótulo. UHT nada mais é que a abreviatura de Ultra HighTemperature – temperatura ultra alta. Pelo que você já leu até aqui, já dá para entender que isso não é uma coisa nada boa.

Pesquisadores da Universidade de Washington, em 1960, ficaram interessados em resultados de estudos mostrando uma incidência maior de infarto em portadores de úlcera do estômago, e levantaram a suspeita de que o leite pasteurizado, utilizado na época pelos pacientes para aliviar seus sintomas de queimação, pudesse estar exercendo um papel nesse processo. Fizeram, então, um estudo estatístico ligando o consumo do leite à
incidência de infarto, e que foi publicado na revista Circulation, volume 21, página 438. O estudo comparou a incidência de ataques cardíacos em consumidores quotidianos de leite pasteurizado versus não consumidores.

O resultado? Três vezes mais consumidores de leite tiveram ataques cardíacos, nos Estados Unidos. Na Inglaterra, seis vezes mais.

Quem levou a culpa? A gordura do leite. E assim, desnataram o leite. O mundo inteiro passou a consumir leite desnatado e alimentos com baixos teores de gordura. Será que essa atitude levou a uma diminuição das doenças coronarianas? As estatísticas dizem que não.

Atenção, leitora: apesar do que você lê ou ouve, saiba que qualquer recomendação para diminuir o consumo de gordura animal não possui fundamento científico. As gorduras animais são substâncias biológicas estáveis, não se oxidam facilmente, não dão origem a radicais livres facilmente e, sobretudo, conêm nutrientes fundamentais, essenciais, vitais para a sua saúde e da sua família. As crianças, em particular, necessitam de um ótimo suprimento de gordura animal de boa qualidade, a fim de garantir o seu perfeito
desenvolvimento físico e neurológico.

A que interesses atende o consumo de leite industrializado? Aos interesses de uma indústria multibilionária.

A megaindústria investe bilhões para romancear o seu produto, associá-lo a bichinhos, a cenas da infância e musiquinhas, em propagandas espalhadas por todos os lugares, que absorvemos através dos nossos cinco sentidos, todos os dias, repetidas vezes. Uma verdadeira lavagem cerebral.

E não descuidando de influenciar inteligentemente as áreas de conhecimento formadoras de opinião – nutrição e medicina – no sentido de convencer os profissionais dessas áreas (e assim, toda a população) de que o leite é a única fonte realmente boa de cálcio, e que sem o leite, o castigo será maligno, nossos ossos vão se desintegrar.

Além disso, a grande mídia, a grande imprensa, se recusa a questionar os trabalhos que seguem os mandamentos ditatoriais da indústria multibilionária de alimentos. Pelo contrário, encoraja a todos que bebam bastante leite de vaca industrializado, e consumam seus derivados. Leite de soja também.

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lados.u003cbr>
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Vamos supor que uma matéria é publicada numa revista de grandeu003cbr>
circulação e muito conhecida, falando bem sobre o leite, ou então algum novo u003cbr>
remédio ou tratamento para dor de cabeça. Se nas próximas, 3 ou 4 edições u003cbr>
não aparecer nenhuma contestação ou ressalva, isso significa, para todos os u003cbr>
leitores, que a questão está fechada. O assunto está encerrado.u003cbr>
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Não há contestação. Pois caso houvesse, a revista publicaria, uma vez que a u003cbr>
imprensa é livre.u003cbr>
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Mas veja bem: a imprensa também é livre para publicar ou não publicar, de u003cbr>
modo que a revista, ou o jornal/rádio/TV, só vai publicar aquilo que estiver u003cbr>
de acordo com os seus interesses. E os seus interesses coincidem com aqueles u003cbr>
de seus anunciantes e patrocinadores, entre eles, quase sempre, a poderosa u003cbr>
indústria de alimentos e de remédios.u003cbr>
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É claro que eles entrevistam médicos, nutricionistas, professoresu003cbr>
universitários e pessoas revestidas de autoridade em saúde. Eles entrevistam u003cbr>
aquela parcela de profissionais que, honestamente, acredita que a natureza u003cbr>
não foi capaz de criar alimentos suficientemente saudáveis, e que o homem u003cbr>
pode melhorá-los através de processos industriais e engenharia genética. u003cbr>
Eles entrevistam a parcela que acredita, honestamente, que asu003cbr>
doenças nada mais são que um estado de deficiência de remédios.u003cbr>
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Toda essa filosofia foi criada por uma indústria visando um mercadou003cbr>
multibilionário de alimentação e saúde.u003cbr>
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Os entrevistados típicos são profissionais altamente inteligentes,u003cbr>
graduados e capacitados, que algum dia se envolveram em um trabalho u003cbr>
científico de pesquisa que levou ao patrocínio de alguma indústria u003cbr>
alimentícia e/ou farmacêutica, ou indiretamente, através de algum órgão u003cbr>
governamental (no Brasil ou fora dele) controlado, financeiramente, pela u003cbr>
indústria. Se alguma pesquisa destes cientistas apontar para um efeito u003cbr>
negativo do remédio ou alimento em questão, este resultado é simplesmente “,1] ); //–> O povo, como um todo, acredita e confia nas informações das grandes revistas, jornais, rádio e TV. O povo está certo, afinal vivemos num país com liberdade de imprensa. O conceito de liberdade de imprensa pressupõe que para todo e qualquer assunto publicado, será dada atenção a ambos os lados. Afinal, toda história, assim como toda matéria sobre saúde, sempre tem dois lados.

Vamos supor que uma matéria é publicada numa revista de grande circulação e muito conhecida, falando bem sobre o leite, ou então algum novo remédio ou tratamento para dor de cabeça. Se nas próximas, 3 ou 4 edições não aparecer nenhuma contestação ou ressalva, isso significa, para todos os leitores, que a questão está fechada. O assunto está encerrado.

Não há contestação. Pois caso houvesse, a revista publicaria, uma vez que a imprensa é livre.

Mas veja bem: a imprensa também é livre para publicar ou não publicar, de modo que a revista, ou o jornal/rádio/TV, só vai publicar aquilo que estiver de acordo com os seus interesses. E os seus interesses coincidem com aqueles de seus anunciantes e patrocinadores, entre eles, quase sempre, a poderosa indústria de alimentos e de remédios.

É claro que eles entrevistam médicos, nutricionistas, professores universitários e pessoas revestidas de autoridade em saúde. Eles entrevistam aquela parcela de profissionais que, honestamente, acredita que a natureza não foi capaz de criar alimentos suficientemente saudáveis, e que o homem pode melhorá-los através de processos industriais e engenharia genética. Eles entrevistam a parcela que acredita, honestamente, que as doenças nada mais são que um estado de deficiência de remédios.

Toda essa filosofia foi criada por uma indústria visando um mercado multibilionário de alimentação e saúde.

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omitido. Deixado de lado. E caso outro pesquisador qualquer tenha apontadou003cbr>
para o mesmo problema, a solução típica é ignorar essa informação e, de u003cbr>
quebra, o pesquisador. Assim, ninguém fica de consciência pesada.u003cbr>
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É claro que existem inúmeras pesquisas, patrocinadas pela indústria, sobre u003cbr>
alimentos e remédios, realizadas por grandes cientistas, e todas estas u003cbr>
pesquisas são de enorme importância – desde que seus resultados venham de u003cbr>
encontro com os interesses maiores da indústria, e dêem a ela suporte de u003cbr>
modo a evitar qualquer conflito de opiniões.u003cbr>
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Dr. Alexandre Feldmanu003cbr>
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(Autor de "Enxaqueca, Finalmente uma Saída") u003cbr>
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Mensagens neste tópico u003c/a> (u003cspan>1u003c/span>)
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É claro que existem inúmeras pesquisas, patrocinadas pela indústria, sobre alimentos e remédios, realizadas por grandes cientistas, e todas estas pesquisas são de enorme importância – desde que seus resultados venham de encontro com os interesses maiores da indústria, e dêem a ela suporte de modo a evitar qualquer conflito de opiniões.

Dr. Alexandre Feldman

(Autor de "Enxaqueca, Finalmente uma Saída")

 

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