Da sala de aula para a praia, da teoria para a prática

 

Após três dias de intenso trabalho com Terra Solidária, é tempo de algum lazer. E disso os brasileiros também entendem!

Estamos a mais de 500 quilômetros do oceano. Sem problema. A 80 quilômetros de Francisco Beltrão foi construída uma praia artificial, junto ao lago de uma hidrelétrica, em Nova Prata do Iguaçu. Num ônibus lotado de colegas animados cruzamos a paisagem. Após as belas teorias dos últimos dias sobre meio ambiente vem, agora, a prática do lazer.

 

Chegamos ao local e somos recebidos por 13 ‘unidades’: telheiros com uma mesa, uma pia e a inseparável churrasqueira. Pelo jeito, faz parte do ritual dominical. Você aluga uma casinha e comemora a reunião com uma farta refeição de carne e, quando todos estão satisfeitos, você vai até a praia e entra na água.

Reunimo-nos num espaço ainda mais amplo, junto a um bar. E nos deliciamos com cerveja e carne. Está realmente agradável e me sinto totalmente incluído e aceito pelo grupo. Mesmo assim, não consigo evitar que o que eu vejo fique martelando na minha cabeça. É um desvio meu? Uma doença? Não há nada que eu possa fazer.

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