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Pizza Vegana

  Vídeo ensinando a fazer uma pizza vegana.   03:16s   Assistir no Youtube    Ingredientes: 1 xic de água morna, 2 col. chá de óleo, 1 col. sopa açúcar, 1 col. sopa sal, 1 xic de farinha integral, 1,5 xic de farinha, 1 col sopa de fermento, alho, tofu, pesto, orégano, pimenta, tomate, tomate seco, pimentão, cebola roxa, cogumelo.

George Bernard Shaw

Atrocidades não deixam de ser atrocidades quando cometidas em laboratórios e chamadas de pesquisa médica.

Somos sepulturas vivas de animais assassinados para satisfazer nossos apetites. Como podemos esperar neste mundo, a paz por que tanto ansiamos?

Certa vez alguém perguntou a George Bernard Shaw como é que ele parecia  tão jovem. "Pareço ter minha própria idade. São as outras pessoas que parecem mais velhas do que são. Que se pode esperar de gente que come cadáveres?"

Enquanto formos túmulos de animais assassinados como poderemos esperar uma condição ideal na Terra?

George Bernard Shaw (Dublin, Irlanda, – Ayot Saint Lawrence (Hertfordshire), Inglaterra, ), escritor, jornalista e dramaturgo cujas comédias satíricas o tornaram seu autor conhecido pelo espírito irreverente e inconformista.

Filho de uma tradicional mas empobrecida família protestante, foi de início instruído por um tio, mas rejeitou a educação escolar e aos 16 anos empregou-se num escritório. Adquiriu amplo conhecimento artístico graças à mãe, Lucinda Elizabeth Gurly Shaw, e às freqüentes visitas à National Gallery da Irlanda. Decidido a se tornar escritor foi morar em Londres (1876), porém por mais de dez anos seus romances foram recusados por todos os editores da cidade e a maior parte dos artigos não editados na imprensa londrina. Nesse período, tornou-se vegetariano, socialista, orador brilhante, polemista e iniciou suas tentativas como dramaturgo.

Em 1885 conseguiu um trabalho fixo na imprensa e, durante quase uma década, escreveu resenhas literárias, crítica de arte e brilhantes colunas musicais. A partir de então sua atividade literária e sua produção teatral foi uma seqüência de sucessos, destacando-se também como crítico literário, teatral e musical, defensor do socialismo, autor de panfletos, pródigo ensaísta em assuntos políticos, econômicos e sociais e prolífico epistológrafo.

Passando a crítico de teatro da Saturday Review (1895), atacou insistentemente a pobreza qualitativa e artística da produção teatral vitoriana.

Durante a primeira guerra mundial, interrompeu sua produção teatral e publicou um polêmico panfleto, Common Sense About the War, no qual considerava o Reino Unido, os aliados e os alemães igualmente culpados e reivindicava negociações de paz.

Recusou o Prêmio Nobel de Literatura (1925) e, em suas últimas peças, intensificou as pesquisas com a linguagem não-realista, simbolista e tragicômica. Por cinco anos deixou de escrever para o teatro e dedicou-se ao preparo e publicação da edição de suas obras escolhidas (1930-1938), e ao tratado político The Intelligent Woman's Guide to Socialism and Capitalism (1928).

Obras

  • The Quintessence of Ibsenism (1891)
  • Widower's Houses (1892)
  • Mrs. Warren's Profession (1893)
  • Plays Pleasant and Unpleasant (1898)
  • Three Plays for Puritans (1901)
  • The Devil's Disciple (1897)
  • Caesar and Cleopatra (1901), citada com sua primeira grande obra
  • John Bull's Other Island (1904)
  • Man and Superman (1905)
  • Major Barbara (1905)
  • Pygmalion (1913), sua peça mais conhecida e que inspirou o filme My Fair Lady (1938), o musical homônimo (1956) e um novo filme (1964)
  • Heartbreak House (1920)
  • Back to Methuselah (1922)
  • Saint Joan (1923)

George   Bernard   Shaw

George Bernard Shaw