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De: Equilibrio
Dicas de uma mestra de yoga

Violência à mesa

Fiquei satisfeitíssima em saber que meu companheiro de coluna no OFuxico é vegetariano radical. O Kledir ganhou muitos pontos comigo por causa desse artigo (eu não o conheço pessoalmente).

Ele escreveu de maneira leve, não ofendeu ninguém e deu seu recado. Eu queria ser igual ao Kledir: gentil. O problema é que, quando o assunto é comer ou não comer carne, comigo não tem conversa, é página virada, não discuto as vantagens e desvantagens e nem o equilíbrio ying&yang.

E quando falo nesse assunto, não tem argumento que me faça mudar. Certa vez, uma senhora estava pagando uma conta alta, R$ 1.950 no Shakti Emporium e eu pedi que ela assinasse o abaixo assinado contra a farra do boi. Ela respondeu: “Olha, eu não vou assinar porque faz parte da nossa cultura”. Argumentei: “Minha senhora, os animais têm alma, sentem dor, têm sentimentos...como a senhora pode admitir que um animal seja fatiado, torturado sem dó e exposto em agonia para satisfação dos presentes ? A senhora não vai ajudar?”. Ela disse: “Não!”.

Então eu fiquei com muita vontade de expulsar a senhora de dentro do Emporium, da minha casa, da minha vida. E esse foi um fator importante para meu afastamento do convívio social. Na maioria das vezes que me convidavam para almoçar ou jantar, me sentia mal, era como se estivesse num velório.

Quando eu via os animais esquartejados em forma de bife, perdia totalmente o apetite, me dava vontade de acender uma vela, rezar e ir embora para casa.

Eu adoro as vacas e os bezerros. Não duvide que a vaca sente pelo seu bezerrinho, o mesmo que você pelo seu filho. A vaca quando dá a luz, parece uma rainha. Imaginem vocês, que em vários lugares deste planeta, nesse momento, vacas estão sendo assassinadas na frente de seus bezerros, e morrem naquele desespero de ver seu bezerrinho passar por isso. Enquanto isso, em restaurantes de luxo, homens ‘civilizados’, super bem vestidos, comem a vaca para satisfação da sua língua.

Foi por causa de coisas assim que me afastei do convívio com pessoas que comem sem pensar. Quando o assunto é alimentação é necessário ter atitude. Comer carne é comer sofrimento puro.

A primeira regra do Yoga é AHIMSA, que quer dizer não violência. Quem pratica Yoga não come carne.

Hoje em dia tudo virou um enorme comércio, e isso acontece também com o Yoga. E em comércio vale tudo. Atualmente encontramos até professor de Yoga que come carne. Um absurdo.

Há tempos nem deixo mais meus bezerrinhos pastarem no pasto do lado para que eles não se encontrem com os bezerros da fazenda vizinha. Eles voltavam traumatizados. E ainda tem quem pergunte por que a vaca ficou louca! Para saber a resposta, basta se colocar no lugar dela. Assim como uma mãe enlouquece ao ver um filho sofrer, a vaca também sofre muito com isso.

O Kledir emprestou o fogão para a vizinha fazer a feijoada, mas eu não emprestaria. Quem gosta de feijoada, picanha e steak tatar precisa de psiquiatra. Como pode um ser civilizado ter apetite em sangue e crueldade?

Se você está lendo esse artigo e não é vegetariano, por favor, não se ofenda, mas abra seus olhos. Lembra quando se dizia que negro não tinha alma ? Eles eram tratados como animais.

Sou defensora dos animais de carteirinha, faço passeata e gosto de expressar minha posição mesmo que seja antipática, anti-social, anti-comercial e radical.

Sofri anos da minha vida porque naquele tempo, há 30 anos, quem era vegetariano era considerado um E.T. Pelo menos hoje em dias já dá pra falar do assunto.

Se você tirar o sangue de dentro da sua casa e criar um lugar para meditar e orar, verá como sua vida vai melhor consideravelmente.

Tá na hora. Abram seus olhos.
Ahimsa. Não violência!
Proteja os animais!
Namastê,

 

   

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