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O processo de fabricação da ração PDF Imprimir E-mail

De Animal Protection Institute

O PROCESSO DE FABRICAÇÃO - COMO A RAÇÃO É FABRICADA

Embora os testes de alimentação com as rações não são mais obrigatórios para
a permissão para etiquetar o produto como "completo e balanceado", muitos
fabricantes fazem testes de aceitação do sabor quando desenvolvem uma nova
ração. Um grupo de animais é alimentado com a ração nova enquanto um grupo
de "controle" é alimentado com a fórmula antiga. O volume total ingerido é
usado como medida da aceitação do sabor da ração. As empresas maiores e de
melhor reputação usam os testes de alimentação, que são considerados um
método de avaliação muito mais preciso do real valor nutritivo da ração.
Essas empresas mantêm grandes colônias de cães e gatos para esse propósito.

A ração seca é feita com uma máquina chamada expansor ou extrusor. Primeiro,
as matérias primas são misturadas, algumas vezes são dosadas manualmente,
outras vezes por um computador, de acordo com uma receita desenvolvida pelos
nutricionistas animais. Essa mistura é colocada no expansor e é adicionada
água quente ou vapor. A mistura fica sujeita ao vapor, à pressão e à alta
temperatura e assim ela é extrudida, como uma pipoca, através de moldes que
definem o formato do produto final. Depois disso, a ração é pulverizada com
gordura, digestos e outros compostos para tornar o sabor mais aceitável.

Embora o processo de cozimento pode matar as bactérias na ração, o produto
final pode perder sua esterilidade durante os processos subsequentes de
secagem, pulverização de gordura e empacotamento.

Os ingredientes são similares para todas as rações secas, molhadas e meio
úmidas embora as proporções de proteína, gordura e fibra variem. Em uma lata
de ração para gatos se diz conter 45 a 50% de subprodutos de carne bovina ou
de aves. A principal diferença entre os tipos de ração é a quantidade de
água. É impossível comparar diretamente a lista de ingredientes de tipos
diferentes de ração sem uma tabela de conversão matemática com "base na
matéria prima seca".5 As rações molhadas ou enlatadas começa com os
ingredientes moídos sendo misturados com os aditivos. Se forem necessários
pedaços, um extrusor especial forma esses pedaços. Depois a mistura é cozida
e enlatada. As latas seladas são posta em recipientes semelhantes às panelas
de pressão e a esterilização comercial é feita. Alguns fabricantes cozinham
a ração direto na lata.

Há regras especiais de etiquetamento para rações de animais domésticos. Os
produtos da categoria "somente de carne" (all-meat) também são cobertos pela
regra dos 95% da AAFCO:  "Quando um ingrediente ou combinação de
ingredientes derivados de animais, aves ou peixes constituir 95% ou mais do
peso total de todos os ingredientes da ração, o nome ou lista de nomes de
tais ingredientes podem fazer parte do nome comercial do produto; se mais de
um ingrediente fizer parte do nome do produto, então todos esses
ingredientes devem ter o mesmo tamanho, estilo e cor. Para o cumprimento
dessa regra, a água necessária para o processamento deve ser excluída do
cálculo da porcentagem dos ingredientes mencionados. Nesse caso, tais
ingredientes devem constituir pelo menos 70% do total do produto."6 Devido
às dietas dessa categoria não serem nutritivamente balanceadas, elas são
incomuns hoje em dia.

Já o produto da categoria "refeição" (dinner) é definido pela regra dos 25%:
"Quando um ingrediente ou combinação de ingredientes constituir pelo menos
25% porém menos de 95% do peso total de todos os ingredientes de uma mistura
para ração canina ou felina, o nome ou nomes de tais ingredientes pode fazer
parte do nome do produto se cada um dos ingredientes constituir pelo menos
3% do peso do produto excluindo a água usada para o processamento e somente
se o nome do produto incluir também um termo descritivo primário como
'dinner', 'platter' ou designação similar de modo que o nome do produto
descreva o conteúdo do produto de acordo com uma lei, costume ou uso
estabelecido de modo que o nome do produto não seja enganador. Se os nomes
de mais de um ingrediente forem listados, eles devem aparecer na ordem de
sua respectiva predominância no peso do produto. Todos esses nomes de
ingredientes e o termo descritivo primário devem estar impressos com o mesmo
tamanho, estilo e cor. Para o cumprimento dessa regra, a água necessária
para o processamento deve ser excluída dos cálculos das porcentagens dos
ingredientes. Tais ingredientes citados devem constituir pelo menos 10% do
produto total."7

O produto da categoria "sabor" (flavor) é formulado para ter um sabor
específico:  "Nenhuma designação de sabor deve ser usada no rótulo a menos
que o sabor seja detectado por um método de teste reconhecido, ou que a
presença do sabor seja perceptível para o animal. Toda designação de sabor
em um rótulo deve se conformar com o nome de sua origem conforme na lista de
ingredientes, ou na lista de ingredientes deve constar a origem do sabor. A
palavra sabor deve estar impressa no mesmo tamanho e com igual grau de
proeminência que os termos do ingrediente do qual o sabor deriva. Os
distribuidores de ração que usem tal designação ou alegação de sabor nos
rótulos dos produtos distribuídos por eles devem, sob demanda, fornecer uma
verificação do sabor alegado para o representante oficial do órgão de
controle."8 Em essência, a "regra do sabor" permite uma ração ser rotulada
como "sabor carne" sem realmente conter carne nenhuma.

O QUE ACONTECEU COM OS NUTRIENTES ?

O Dr. RAndy L. Wysong é um veterinário que produz sua própria linha de
rações para animais de estimação. Ele, um antigo crítico das práticas das
indústrias de ração, diz que "o processamento é algo ainda desconhecido
quanto aos efeitos do valor nutritivo e esse aspecto é, em grante parte,
ignorado. Aquecimento, congelamento, desidratação, enlatamento, extrusão,
divisão em flocos, cozimento, etc ... são tão frequentes que simplesmente se
considera como algo tão normal como o próprio alimento". O processamento da
carne e outros subprodutos usados nas rações podem diminuir bastante o valor
nutritivo, mas o cozimento aumenta a digestibilidade dos grãos dos cereais.

Para tornar a ração nutritiva, os fabricantes devem "fortificá-la" com
vitaminas e minerais. Porquê ? Porque os ingredientes que eles usam não são
ingegrais, sua qualidade é extremamente variável e as práticas abrasivas de
fabricação destroem vários dos nutrientes que o alimento continha
inicialmente.

CONTAMINANTES

As farinhas de carne e subprodutos processados ou fabricados comercialmente
estão frequentemente contaminados com bactérias porque sua origem não são
sempre animais saudáveis abatidos. Animais que morreram devido à doenças,
ferimentos ou causas naturais são fontes de carne para a farinha de carne.

Portanto, a carcaça está na maioria das vezes contaminada com bactérias como
a Salmonella e a Escherichia coli. A perigosa bactéria E. Coli contamina
mais de 50% das farinhas de carne segundo estimativas. Mesmo que o processo
de cozimento mate bactérias, ele não elimina as endotoxinas que algumas
bactérias produzem durante seu crescimento e são liberadas quando elas
morrem. Essas toxinas podem causar náuseas e doenças. Os fabricantes de
ração não testam seus produtos quanto à presença de endotoxinas.10

MICOTOXINAS

Essas toxinas são criadas pelos fungos e mofos, como a vomitoxina no
episódio da Nature's Recipe, e a aflatoxina na ração da Doane. Práticas
impróprias de agricultura, secagem e armazenamento das colheitas podem
causar o crescimento do mofo. Os ingredientes mais prováveis de estarem
contaminados com micotoxinas são os grãos tais como o trigo, o milho, as
farinhas de semente de algodão, farinhas de amendoim e de peixe.

ROTULAGEM

O Conselho Nacional de Pesquisa da Academia de Ciências (NRC) definiu os
padrões nutritivos para rações até 1974, quando a indústria de rações criou
um grupo chamado de Associação dos Representantes Norte-Americanos do
Controle de Rações Animais (AAFCO). Naquela época a AAFCO decidiu adotar os
padrões da NRC em vez de desenvolver seus próprios padrões. Os padrões da
NRC exigiam testes de alimentação para as rações que alegavam ser
"completas" e "balanceadas". A indústria de rações achou que os testes de
alimentação era restritivos e caros demais, então a AAFCO projetou um método
alternativo para alegar a adequação nutritiva da ração. A AAFCO também
formou "comitês de estudiosos" de nutrição canina e felina e desenvolveu
seus próprios padrões no início da década de 90. Em vez de testes de
alimentos, a análise química é que passou a determinar se uma ração se
enquadra nos padrões.

O problema da análise química é que ela não diz respeito ao sabor,
digestibilidade e aproveitamento dos nutrientes das rações. Assim, ela não é
confiável para determinar se uma ração vai prover um animal com todos os
nutrientes necessários.

Para compensar as limitações da análise química, a AAFCO criou um "fator de
segurança", que era exceder as quantidades mínimas de nutrientes necessários
para atender os padrões de ração "completa e balanceada". O aproveitamento e
disponibilidade dos nutrientes não são listados nos rótulos.

O MITO DOS 100% - PROBLEMAS CAUSADOS PELA NUTRIÇÃO INADEQUADA

A idéia de que uma ração provê toda a nutrição que um animal de estimação
precisa durante toda a sua vida é um mito.

Os grãos dos cereais são os ingredientes primários na maioria das rações
comerciais. Muitas pessoas escolhem uma ração e alimentam seus cães e gatos
durante um longo tempo. Portanto, cães e gatos comem uma dieta
principalmente de carbohidratos com pouca variedade. Hoje em dia, as dietas
de cães e gatos estão muito distantes das dietas principalmente de proteína
com muita variedade que seus ancestrais comiam. Os problemas associados com
as rações comerciais estão sendo vistos todos os dias em clínicas
veterinárias. Problemas digestivos crônicos como vômitos frequentes,
diarréia, doença inflamatória nos intestinos estão entre os males mais
comuns sendo tratados.

A alergia ou hipersensibilidade aos alimentos é um problema comum que é
demonstrado pela diarréia. Alergia aos alimentos se tornou um problema do
cotidiano. O mercado das dietas dos "antígenos limitados" ou "proteínas
originais" é um negócio multimilionário. Essas dietas foram formuladas para
atender a crescente intolerância às rações comerciais que os animais vêm
desenvolvendo.

As rações comerciais secas estão frequentemente contaminadas com bactérias,
que podem ou não causar problemas. O armazenamento impróprio e algumas
práticas de alimentação podem resultar na multiplicação dessas bactérias. E
mesmo assim essas práticas são sugeridas no verso dos pacotes de algumas
rações para cãezinhos e gatinhos.

As fórmulas de ração e a prática de alimentação que os fabricantes
recomendam têm feito aumentar outros problemas digestivos. Servir apenas uma
refeição por dia pode causar a irritação do esôfago devido ao ácido
estomacal. Servir duas refeições por dia é melhor.

A doença no trato urinário está diretamente relacionada com a dieta em ambos
cães e gatos. Tampões, cristais e pedras na bexiga dos gatos são muitas
vezes ocasionados ou agravados pelas fórmulas de ração comerciais. Um tipo
de pedra encontrada em gatos é mais rara atualmente, mas um outro tipo se
tornou mais comum. A manipulação das fórmulas processadas de ração felina
para afetar a acidez na urina e a quantidade de alguns minerais tem afetado
diretamente essas doenças. Os cães também formam pedras como resultado de
suas dietas.

O histórico tem demonstrado que os produtos comerciais para animais de
estimação podem causar doenças. Uma doença do coração que é fatal na maioria
das vezes tem sido demonstrada como resultado de uma deficiência do
aminoácido chamado Taurina. A cegueira é outro sintoma de deficiência de
Taurina. Essa deficiência ocorria porque havia quantidades inadequadas de
Taurina nas fórmulas de ração felina. Agora essas rações estão sendo
suplementadas com Taurina. Novas pesquisas sugerem que o suplemento de
Taurina pode ser benéfico para cães, mas no entanto, nenhum fabricante está
acrescentando Taurina extra em suas rações caninas.

O crescimento rápido em cãezinhos de raça tem sido demonstrado como causador
de doenças nas juntas e nos ossos. O excesso de calorias em fórmulas de
ração para bebês caninos promovem o crescimento acelerado. Agora há fórmulas
especiais para cãezinhos das raças de porte maior. Mas essa mudança recente
não ajuda os incontáveis cães que já viveram e morreram com doenças nos
quartos traseiros e dianteiros.

Também há evidências de que o hipertireoidismo em gatos resulta de dietas à
base de ração comercial.11 Essa é uma nova doença que surgiu pela primeira
vez nos anos 70, quando os produtos enlatados foram lançados no mercado. A
causa e efeito exatos ainda não foram descobertos. Essa é uma doença séria e
terminal e o tratamento é caro.

Muitos problemas nutritivos apareceram com a popularidade das rações
comerciais baseadas em cereais. Alguns problemas ocorreram porque a dieta
era incompleta. Embora vários ingredientes estejam sendo suplementados, nós
não sabemos que ingredientes as pesquisas futuras revelarão ter sido
necessárias esse tempo todo.

Outros problemas podem ser resultantes de reações aos aditivos. Ainda outros
são o resultado de contaminação por bactéria, mofo, drogas e outras toxinas.
Em algumas doenças, o papel das rações comerciais é compreendido;  em
outras, não.

O moral da história é que as dietas compostas principalmente de cereais de
baixa qualidade e farinhas de carne processada não são tão nutritivas ou
seguras para os nossos gatos e cães quanto nós esperávamos que fosse.

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O QUÊ NÓS CONSUMIDORES PODEMOS FAZER ?

Escrever ou ligar para as companhias de rações para animais domésticos e o
Pet Food Institute e expressar nossa preocupação sobre as rações comerciais.

Exigir que essas companhias melhores a qualidade dos ingredientes em seus
produtos.

Ligar para o API com informações sobre a indústria de rações, sobre os
fabricantes ou seus produtos específicos.

Tirar uma cópia desse relatório para dar ao seu veterinário para divulgar
essas informações sobre as rações comerciais.

Tirar uma cópia desse relatório para a sua família e seus amigos que tenham
animais de estimação para alertá-los dos perigos das rações comerciais.

Parar de comprar rações comerciais. Se isso for impossível, reduzir a
quantidade e suplementar com alimentos frescos.

Comprar um dos livros disponíveis sobre nutrição dos animais domésticos e
fazer sua própria ração. Certificar-se de que um veterinário ou
nutricionista avalie as receitas para saber se estão balanceadas e
completas. Dê uma olhada nas nossas dietas caseiras.

Tenha em mente que o API não é um hospital, clínica ou serviço veterinário.
O API não oferece nenhum conselho médico. Se você tem dúvidas sobre a saúde
do seu animal de estimação ou suas necessidades nutritivas, consulte seu
veterinário.

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PARA SABER MAIS SOBRE A NUTRIÇÃO ANIMAL:

O API recomenda os seguintes livros, vários dos quais incluem receitas
caseiras:

Dr. Pitcairn's Complete Guide to Natural Health for Dogs & Cats. Richard H.
Pitcairn, D.V.M., Ph.D. &

Susan Hubble Pitcairn. Rodale Press, Inc., ISBN 0-87596-243-2.

Vegetarian Cats & Dogs. James A. Pedan. Harbingers of a New Age, ISBN
0-941319-02-4.

The Consumer's Guide to Dog Food. Liz Palika. Howell Book House, ISBN
0-87605-467-X.

Reigning Cats and Dogs. Pat McKay. Oscar Publications, ISBN 0-9632394-1-4.

The Healthy Cat and Dog Cookbook. Joan Harper. Pet Press, ISBN
0-525-47586-9.

Food Pets Die for: Shocking Facts about Pet Food. Ann N. Martin. NewSage
Press, ISBN 0-939165-31-7.

Cat Care Naturally. Celeste Yarnall. Charles E. Tuttle Co. Inc., ISBN
0-8048-3025-8.

It's for the Animals! Natural Care & Resources. Helen L. McKinnon. C.S.A.
Inc. Available from It's for

the Animals!; P.O. Box 1913; Fairview, NC 28730; toll-free 1-888-339-IFTA
(4382); http://members.aol.com/IFTA2.

Os livros listados acima não são os únicos e a exclusão de um determinado
livro não significa que ele não seja útil para entender mais sobre a
nutrição animal.

Atenção:  o API não vende livros e não pode enviar livros para você. Contate
seu revendedor ou uma loja na Internet que possa fornecer esses livros
baseado no número ISBN relacionado para cada livro da lista.

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O QUÊ O API ESTÁ FAZENDO A RESPEITO DESSE PROBLEMA ?

O API está intermediando o Comitê de Definição de Ingredientes e o Comitê de
Rações da AAFCO.

Comparecendo às reuniões da AAFCO, esperamos poder saber mais sobre a
indústria e caminhos potenciais de mudança.

Um representante do API comparece a outros encontros da indústria de rações
para dar voz às nossas preocupações de consumidor sobre as rações.

O API está envolvido na pressão pela regulamentação federal das rações e o
desenvolvimento de padrões mais rigorosos de qualidade dos ingredientes
usados.

Vamos continuar a dar informações ao público sobre a indústria de rações e
os produtos que ela promove.

Para a apresentação do problema aos veterinários, o API está preparando um
documento detalhando cientificamente os numerosos problemas associados às
rações comerciais para animais domésticos.

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PARA QUEM ESCREVER AS REINVINDICAÇÕES:

AAFCO Pet Food Committee (Comitê de Rações para Animais Domésticos do AAFCO)
Dr. Rodney Noel -- Chair (Chefe)
Office of Indiana State Chemist
Purdue University
1154 Biochemistry Building
West Lafayette, IN 47907-1154
www.aafco.org

FDA -- Center for Veterinary Medicine (Centro de Medicina Veterinária do
FDA)
Sharon Benz
7500 Standish Place
Rockville, MD 20855
(301) 594-1728
www.cvm.fda.gov/

Pet Food Institute (Instituto de Ração para Animais Domésticos)
2025 M Street, NW, Suite 800
Washington, DC 20036
(202) 367-1120
FAX (202) 367-2120

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REFERÊNCIAS:

Association of American Feed Control Officials Incorporated. Official
Publication 1999. Atlanta:

AAFCO, 1999 (Associação dos Representantes Norte-Americanos do Controle de
Rações Animais. Publicação Oficial 1999)

Barfield, Carol. FDA Petition, Docket Number 93P0081/CP1, accepted February
25, 1993. (Petição ao FDA)

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7. (Revista "Cãozinho Bom!", reportagem "O alimento do seu cão é seguro ?")

Cargill, James, MA, MBA, MS, and Susan Thorpe-Vargas, MS. "Feed that dog!
Part VI." DOGworld, December 1993, 36. (Revista "MundoCão", reportagem
"Alimente esse cachorro! parte 4")

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Canine and Feline Nutrition: A Resource for Companion Animal Professionals.
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Canina e Felina:  uma fonte de informações para Profissionais ligados aos
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("Livro de Referência sobre Ração Canina Seca")

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(Revista "Rações", reportagem "Alimentação e rações de animais de
estimação")

Knight-Ridder News Syndicate. "Nature's Recipe Recalls Dog Food That
Contains Vomitoxin," August 28, 1995. (Artigo da agência de notícias
Knight-Ridder News Syndicate "Nature's Recipe recolhe ração canina que
contém vomitoxina")

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Pitcairn, Richard H., D.V.M., Ph.D., and Susan Hubble Pitcairn. Dr.
Pitcairn's Complete Guide to Natural Health for Dogs & Cats. Emmaus: Rodale,
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Plechner, Alfred J., DVM, and Martin Zucker. Pet Allergies: Remedies for an
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(Relatório de Inspeção e Análise dos Materiais de Calagem, Fertilizantes e
Rações Comerciais, 1994)

Roudebush, Philip, DVM. "Pet food additives." JAVMA, 203 (1993): 1667-1670.
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(Revista "Indústria da Ração", reportagem "Gorduras das Rações")

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"Regulamentando rações de mente aberta")

Smith, Carin A. "Research Roundup: Changes and challenges in feline
nutrition." JAVMA 203 (1993), 1395-1400. (Jornal de Veterinária JAVMA,
reportagem "Resumo das Pesquisas:  Desafios e Mudanças na Nutrição Felina")

Strombeck, Donald. R. Home-Prepared Dog and Cat Foods: The Healthful
Alternative. Ames, IA: Iowa State University Press, 1999. (Livro "Rações
Caseiras para Cães e Gatos:  A Alternativa Saudável")

Winters, Ruth, M.S. A Consumer's Dictionary of Food Additives. New York:
Crown, 1994. (Livro "Dicionário do Consumidor sobre Aditivos Alimentícios")

Wysong, R. L. "The 'complete' myth." Petfood Industry, September/October
1990, 24-28. (Revista "Indústria da Ração", reportagem "O mito do
'Completo'")

[Wysong, R. L.] Fresh and Whole: Getting Involved in Your Pet's Diet.
Midland: Wysong Corporation, 1990. (Publicação "Fresco e Integral:  Se
Envolvendo com a Dieta do seu Animal de Estimação")

Wysong, R. L. Rationale for Animal Nutrition. Midland: Inquiry Press, 1993.
(Livro "Lógica da Nutrição Animal")

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NOTAS

1. Pet Food Institute, p. 2.
2. Morris e Rogers, p. 2520S.
3. Corbin, Jim, p. 81.
4. Cargill e Vargas, p. 36.
5. A conversão é:  porcentagem do ingrediente dividido por (100 menos o
conteúdo de umidade).
6. Regulamento da AAFCO PF3(e), p. 114.
7. Regulamento da AAFCO PF3(f), p. 114.
8. Regulamento da AAFCO PF3(a), p. 114.
9. Wysong, Rationale, pp. 40-41.
10. Strombeck, pp. 50-52.
11. Smith, p. 1397.

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REVISADO EM 20/10/2000
©1997, 1998, 1999, 2000 para o Animal Protection Institute.

 

   

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